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Crítica da Razão Pura - 3ª Edição

Crítica da Razão Pura - 3ª Edição

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Crítica da razão pura, principal obra de Immanuel Kant, divide a história da filosofia em duas: antes e depois da Crítica. Num momento em que a filosofia dividia-se em racionalistas de um lado e empiristas de outro, procurou Kant demonstrar que o nosso conhecimento é, necessariamente, tanto empírico como racional, inaugurando, com isso, uma posição singular no debate filosófico, criando as bases para a Teoria do Conhecimento como disciplina filosófica. Entrar no universo da Crítica da razão pura é aceitar o desafio, colocado pelo próprio Kant, de evitar o dogmatismo sem cair no relativismo; evitar o absoluto sem cair no nada.

 

“O sistema de todos os conhecimentos filosóficos é a filosofia. Ela tem de ser tomada objetivamente  quanto por ela se entende o modelo para  o julgamento de todas objetivamente quando por ela se entende o modelo para o julgamento de todas as tentativas de filosofar, devendo servir para julgar as filosofias subjetivas de filosofar, devendo servir para julgar todas as filosofias subjetivas, cujos edifícios são, com frequência, tão diversos e combinantes.

 

A filosofia, nesse sentido, é uma mera ideia de uma possível ciência que não é dada inconcretos em parte alguma, mas da qual procuramos aproximar-nos por inúmeros caminhos, até que seja descoberta a única vereda (muito escondida pela sensibilidade), e a cópia, até aqui defeituosa, seja – na medida em que isso é concedido aos seres humanos – tornada igual ao modelo. Até ai não se pode aprender filosofia alguma. 

 

Pois onde está? Quem está em sua posse? Como se pode reconhecê-la?

 

Só se pode aprender a filosofar, isto é, exercitar o talento da razão na observância de seus princípios universais em certas tentativas dadas, mas sempre guardando o direito da razão de investigar esses princípios universais em cerras tentativas dadas, mas sempre guardando o direito da razão de investigar esse princípios em suas fontes e confirmá-los ou rejeitá-los.”

 

(Crítica da razão pura, B 866)

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